O dia em que me dei mal por não cobrar a avaliação inicial

7 Resultados

  1. Ana Tokus disse:

    Isso acontece muito… o paciente vem avaliar (no estilo “olhadinha”), tira de você todas as informações das quais precisa e some. Às vezes sai com prescrição na mão e tudo… uma prescrição pela qual o profissional se responsabiliza para qualquer efeito… inclusive se o cara tomar o remédio e MORRER por causa disso…

    É assumir riscos demais pra nenhuma recompensa… O.O

  2. Ricardo FP disse:

    Tenho N histórias assim pra contar. Tem muita gente folgada ao extremo, já folgaram comigo ao ponto de me ligar no sábado a noite, eu ir atender, cobrar e o fiédaputs dizer que “não estava prevenido” -> Ele ligou pra mim!
    Por essas que outro dia precisei falar pra outro folgado que “desculpe, não atendo de graça” de forma ríspida. Tem atendimento público pra isso, se não for bom a pessoa tem que cobrar do seu vereador, deputado, papa, sei lá, mas não tem que tentar folgar pra cima do dentista honesto que gasta uma fortuna pra manter seu consultório…

  3. Beatriz disse:

    Não sei pq nós, dentistas, ficamos tão constrangidos em cobrar uma consulta. Que eu saiba não existe um médico no mundo que tenha este mesmo constrangimento. Eu, por exemplo, marquei uma consulta com uma médica que não atendia pelo meu plano de saúde, uma dermatologista. Eu apenas sentei ali na sala dela, ela passou o dedo no meu rosto, olhou, receitou um filtro solar e eu paguei adivinhem quanto? R$ 150 a consulta! Ela não gastou um material sequer! Nós, em qualquer consulta, temos que usar luvas, gorro, máscara e instrumentais esterilizados. Não vejo porque não cobrar consulta, colegas.

  4. Difícil … tô quase começando a cobrar

  5. Pablo de Lavra Pinto disse:

    Concordo plenamente com o que expôs nosso colega, mas o fato de cobrar ou não a consulta inicial não afasta os “golpistas”. Esse comportamento de achar que está levando vantagem em tudo é próprio do brasileiro, infelizmente. Acho que deixamos a situação chegar em um patamar irreversível e a única mudança que realmente surtiria efeitos seria criarmos uma lista nacional de preços, com penalidades aos profissionais que não a seguirem. Isso é possível? Claro que não! Então vamos nos conformar com a realidade e torcer para levarmos o menor número de calotes possíveis.

  6. Ane Bason disse:

    No CIOSP deste ano de 2011, eu e alguns colegas da blogosfera, twittosfera e afins, sentamos para conversar (mentira, foi pra tomar chope mesmo, rs) e essa questão veio à tona. E, sabe o que percebi, na hora? Que quem dizia q cobra a avaliação inicial era olhado como “esnobe” pelos outros, que por sua vez, se sentiam inferiorizados e até envergonhados por não cobrar. Ou seja, ninguém trabalha de graça porque quer. Essa cultura do “ORÇAMENTO GRÁTIS” foi absorvida por alguns cm uma obrigação. Eu, que já fiz mta avaliação gratuíta, tive queda nas avaliações SIM, qdo comecei à cobrar. Mas, com o tempo, os pacientes se acostumam à valorizar o nosso conhecimento. Podem acreditar… =)

  1. 5 de março de 2014

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