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Sensibilidade Dentária



A sensibilidade dentaria é um problema que atrapalha a vida de muita gente. A pessoa vai tomar aquele sorvete, picolé, cervejinha gelada e parece o mesmo que levar um choque elétrico.

Porque isso acontece?

Até agora, ninguém sabe ao certo. O que se sabe é que o dente é dividido em esmalte, dentina, polpa e cemento. Embora citando de forma separada, estes componentes fazem parte de um mesmo tecido. Como querer separar, por exemplo, dentina e polpa se a mineralização da dentina está sob controle dos odontoblastos, ou seja, da polpa?

Essa interação se comprova pelos milhões de túbulos dentinários irregulares, dispostos em várias direções, e estão preenchidos parcialmente pelos odontoblástos que se encontram na polpa e também por fluido dentinário e fibras colágenas.

Normalmente a sensibilidade é mais significante na dentina radicular protegida por cemento, que quando exposta na boca é removida pela escovação diária, tirando esta proteção natural da dentina. Se de alguma forma esta dentina por mínima que seja ficar exposta, o menor contato leva a grande sensibilidade. Estes estímulos movimentam o fluido nos túbulos que promoveria uma pressão na terminação nervosa gerando a sensibilidade. Mas não pense que só sentimos sensibilidade ao frio. Muitas pessoas reclamam de sensibilidade ao calor, o processo ocorre praticamente da mesma forma.

A sensibilidade dentária deve ser tratada ocluindo estes túbulos que ficam expostos no dente. Muitas vezes a própria escovação diária gera uma alteração na dentina levando a obliterar os túbulos e impedir a movimentação dos fluidos. O uso de pastas de dente especiais (tipo colgate sensitive pró alívio) para sensibilidade ou aplicação de agentes de união (adesivos) em consultorio odontológico tem obtido bons resultados.

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